Secretaria de Saúde do Paraná descarta caso suspeito de coronavírus no estado | Paraná | G1

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Lourdinha Fazendeira morre aos 82 anos

A cantora curitibanense Maria de Lourdes Sebben, popularmente conhecida por Lourdinha Fazendeira, morreu na manhã de hoje (28), no Hospital Hélio Anjos Ortiz, aos 82 anos.
Os atos fúnebres estão marcados para iniciar as 16 horas, desta terça-feira (28), na Capela Mortuária da Funerária Nossa Senhora Aparecida. A cerimônia de despedida será no Memorial Parque das Araucárias, no km 48, da SC 120, na tarde desta quarta-feira (29).

Sobre Lourdinha

Lourdinha nasceu em Vacaria (RS), era fazendeira, acordeonista, compositora, intérprete e autora de muitos sucessos como Dúvidas de Amor, Adormeci Chorando, Bugiu do Tio Mané e Minha Resposta.
Com o passar do tempo, reduziu o ritmo de apresentações e lançou, pela gravadora RPG, um CD solo, intitulado “Lourdinha fazendeira e seus grandes sucessos” e passou a fazer apresentações de uma hora com o conjunto, sempre engajada pelo carisma e talento.
Getúlio, Lourdes, Lauro, Nelci e Antonio eram os componentes do Conjunto os Fazendeiros, sendo que Getúlio e Lourdinha eram fazendeiros natos e foi daí que se originou o nome do conjunto, uma vez que, ao se referir a algum evento com a participação deles, comumente o público pronunciava: “a música vai ser dos “fazendeiros”.

(Foto: Arquivo A Semana / Franciele Gasparini)

Lembranças

Em março de 2014, na Revista do Assinante, o “A Semana” produziu uma reportagem especial sobre uma das canções mais famosas de Lourdinha e resgatou a história da cantora. Relembre a entrevista na íntegra:
A rosa do amor
Uma canção feita com amor, que está prestes a completar 50 anos, e que ainda é a mais pedida em qualquer baile da região.

A Rosa Branca, do Conjunto Os Fazendeiros, foi um presente de Maria de Lourdes Sebben Camargo, a Lourdinha Fazendeira, para Getulio Pereira de Camargo.
De acordo com Lourdinha, o conjunto, que começou de brincadeira, quando ela já tinha paixão pela gaita, foi o responsável pela criação da música que não cai no esquecimento de quem aprecia os bailes à moda antiga na região de Curitibanos. “A Rosa Branca foi feita em 1967, baseada em uma história de amor. Getúlio queria muito fazer uma canção para mim e pediu minha ajuda para a letra. Foi então que em uma inspiração eu mesma fiz a letra e dediquei a ele”, recorda Lourdinha.
A curitibanense preserva com zelo a gaita branca, marca registrada de Lourdinha em shows que realiza desde a fundação dos Fazendeiros, em 1967, quando gravaram o primeiro LP.
A paixão pela música começou logo na infância, quando, em casa, em uma fazendo do interior de Curitibanos, Lourdinha dedilhava as primeiras melodias na gaita, e, logo depois descobriu a facilidade para compor. “Foi assim que começamos, tínhamos afinidade com a música e nos reuníamos para tocar, então, houve os primeiros contatos para gravações e até disputa de gravadoras pelas nossas músicas”, brinca.
Entre as inspirações para as músicas que atualmente embalam o Conjunto Os Fazendeiros, Lourdinha comentou que amor e ódio eram os estopins para a criação. “Quando acontecia algo muito triste ou ruim, eu me colocava a compor, foi desses momentos que saíram as músicas de maior sucesso”, comentou.

Conheça a letra que faz sucesso a mais de 45 anos:
Rosa Branca

Conheci a rosa branca
por ela me apaixonei
Por ela tenho sofrido, meu bem,
foi a flor que eu mais amei

Eu gosto da rosa branca
linda flor tão delicada
Até os passarinhos gostam, meu bem,
por ela ser perfumada

Por ela tenho sofrido
e muito ainda vou sofrer
Pois sem minha rosa branca, meu bem,
não vale apena viver

Sozinho não me conformo
distante desta florzinha
O meu maior sentimento, meu bem,
rosa branca não ser minha

Pra rosa branca querida,
meu amor sempre viveu
No jardim da minha vida, meu bem,
outra igual não floresceu

(Foto: Arquivo A Semana / Franciele Gasparini)

Os primeiros LPs gravados pelo Conjunto (Foto: Arquivo A Semana / Franciele Gasparini) /

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O bom líder é o que consegue extrair o máximo rendimento de cada um

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Sobe para 40 as epizootias confirmadas no Paraná

http://www.saude.pr.gov.br/arquivos/Image/informe_febre_amarela.png
O boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (22) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma sete novos casos de epizootias no Paraná, somando 40 casos confirmados de morte de macacos com febre amarela, enquanto outros 104 seguem em investigação. No último informe de febre amarela em 14 de janeiro, o número era de 33.

As epizootias estão distribuídas em 18 municípios de sete regionais de saúde. As novas confirmações foram em: Quatro Barras (1), Rio Negro (1), Mallet (1), Antônio Olinto (1) São Mateus do sul (1) e Cândido de Abreu (2). Os municípios de Balsa Nova (1), Mandirituba (1), Castro (11), Ipiranga (2), Palmeira (1), Piraí do Sul (2), Ponta Grossa (8), São João do Triunfo (1), Imbituva (1), Teixeira Soares (2), Prudentópolis (1) e Sapopema (2) já possuíam casos confirmados.

O boletim não registra casos de febre amarela em humanos. O Paraná segue em alerta com 15 casos em investigação. O período epidemiológico começou a ser monitorado em julho de 2019 e desde então a Secretaria de Estado da Saúde vem fazendo um trabalho efetivo e intensificado de bloqueio sanitário.

No período anterior (julho de 2018 e junho de 2019) foram confirmados 17 casos e um óbito.

VACINA – O secretário de Estado da Saúde Beto Preto reforça a importância da vacinação contra a febre amarela em todo Paraná, principalmente nas regiões onde já temos a confirmação da circulação do viral. “As epizootias confirmam que o vírus está presente nestes locais e é preciso que a população busque a unidade de saúde mais próxima da sua casa e tome a vacina contra a doença, que está disponível nos 399 municípios”, alerta.

A vacina é indicada para crianças a partir dos nove meses com reforço aos quatro anos e adultos até os 59 anos. Para gestantes, mulheres que amamentam, crianças até nove meses de idade, adultos maiores de 60 anos, pessoas com alergia grave a ovo ou imunodeprimidos, a recomendação é que só sejam vacinados com a avaliação de um profissional de saúde. Apenas uma dose da vacina garante a imunidade por toda a vida.

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Max Gehringer – Influencer Escritor | Palestrante | Apresentador | Consultor de Carreiras

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