União do municipalismo garante publicação da MP do auxílio financeiro; recursos serão repassados em 2018

Foi publicada no Diário Oficial da União, no final da tarde de ontem (dia 29), a Medida Provisória 815/2017 – assinada pelo presidente Michel Temer – que liberou o recurso extra de R$ 2 bilhões para as 5,5 mil prefeituras brasileiras. Mas o texto informa, claramente, que o dinheiro fará parte do exercício financeiro de 2018 e, portanto, não será liberado até o final de 2017, como Temer havia garantido inicialmente. A data mais provável é o início de fevereiro.

Leia, AQUI, a íntegra da MP.

Apesar disso, a publicação da MP é uma vitória do movimento municipalista porque resultou da pressão feita ontem pelas lideranças da CNM (Confederação Nacional dos Municípios), AMP (Associação dos Municípios do Paraná) e demais associações estaduais e regionais de municípios.

Informadas de que os ministros Henrique Meirelles (Fazenda) e Dyogo Oliveira (Planejamento) se recusaram a assinar a Medida Provisória porque queriam criar um Programa Especial de Auxílio aos Municípios, as organizações promoveram uma grande mobilização nacional pedindo a publicação da MP.

O presidente da AMP, 2º vice-presidente da CNM e prefeito de Assis Chateubriand, Marcel Micheletto, lamentou que os recursos não sejam liberados ainda em 2017, mas espera o repasse do auxílio financeiro o mais rapidamente possível. ?Este dinheiro fará falta no final do ano, já que os prefeitos tinham o compromisso de que os recursos seriam liberados ainda em 2017. Vamos tentar, agora, garantir que o Governo Federal libere o dinheiro logo para ajudar às prefeituras?, disse.

O repasse

A CNM explica que o recurso será transferido pelos critérios do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), mas a data exata não foi definida pela MP. Em entrevista à imprensa, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o governo vai ter de remanejar o orçamento de 2018, no início do próximo ano, para acomodar as despesas com recursos adicionais.
Marun sinalizou que a origem dos recursos ainda não foi definida e que a readequação orçamentária será feita assim que o Congresso Nacional retomar suas atividades. Em princípio, o objetivo do governo é enviar um Projeto de Lei para que o Congresso Nacional aprove a matéria e a verba seja efetivamente repassada no início de fevereiro.
Vinculação
Ao contrário do que foi prometido, a verba terá vinculação, e deve ser aplicada preferencialmente, em educação e em saúde. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, destacou que liberação dos recursos só em 2018 não foi o acertado durante as mobilizações Municipalistas, em Brasília. ?Ficou uma situação terrível, complicada, porque essa verba poderá vir em fevereiro, em março, em abril, não se sabe quando?, afirmou Ziulkoski.

Assessorias de Comunicação da AMP e da CNM

AURÉLIO MUNHOZ
Reg. Prof. Mtb: 2.635/10.
Telefones: 41-3223-5733 e 41-9544-0404.

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A era do humanismo está terminando

Por:  Diario do Centro do Mundo

 

Achille Mbembe

Publicado no Mail & Guardian, traduzido pelo Unisinos por André Langer.

“Outro longo e mortal jogo começou. O principal choque da primeira metade do século XXI não será entre religiões ou civilizações. Será entre a democracia liberal e o capitalismo neoliberal, entre o governo das finanças e o governo do povo, entre o humanismo e o niilismo”, escreve Achille Mbembe. E faz um alerta: “A crescente bifurcação entre a democracia e o capital é a nova ameaça para a civilização”.

Achille Mbembe (1957, Camarões francês) é historiador, pensador pós-colonial e cientista político; estudou na França na década de 1980 e depois ensinou na África (África do Sul, Senegal) e Estados Unidos. Atualmente, ensina no Wits Institute for Social and Economic Research (Universidade de Witwatersrand, África do Sul). Ele publicou Les Jeunes et l’ordre politique en Afrique noire (1985), La naissance du maquis dans le Sud-Cameroun. 1920-1960: histoire des usages de la raison en colonie (1996), De la Postcolonie, essai sur l’imagination politique dans l’Afrique contemporaine (2000), Du gouvernement prive indirect (2000), Sortir de la grande nuit – Essai sur l’Afrique décolonisée (2010), Critique de la raison nègre (2013). Seu novo livro, The Politics of Enmity, será publicado pela Duke University Press neste ano de 2017.

O artigo foi publicado, originalmente, em inglês, no dia 22-12-2016, no sítio do Mail & Guardian, da África do Sul, sob o título “The age of humanism is ending” e traduzido para o espanhol e publicado por Contemporeafilosofia.blogspot.com, 31-12-2016. A tradução é de André Langer.

Eis o artigo.

Não há sinais de que 2017 seja muito diferente de 2016.

Sob a ocupação israelense por décadas, Gaza continuará a ser a maior prisão a céu aberto do mundo.

Nos Estados Unidos, o assassinato de negros pela polícia continuará ininterruptamente e mais centenas de milhares se juntarão aos que já estão alojados no complexo industrial-carcerário que foi instalado após a escravidão das plantações e as leis de Jim Crow.

 

A Europa continuará sua lenta descida ao autoritarismo liberal ou o que o teórico cultural Stuart Hall chamou de populismo autoritário. Apesar dos complexos acordos alcançados nos fóruns internacionais, a destruição ecológica da Terra continuará e a guerra contra o terror se converterá cada vez mais em uma guerra de extermínio entre as várias formas de niilismo.

As desigualdades continuarão a crescer em todo o mundo. Mas, longe de alimentar um ciclo renovado de lutas de classe, os conflitos sociais tomarão cada vez mais a forma de racismo, ultranacionalismo, sexismo, rivalidades étnicas e religiosas, xenofobia, homofobia e outras paixões mortais.

A difamação de virtudes como o cuidado, a compaixão e a generosidade vai de mãos dadas com a crença, especialmente entre os pobres, de que ganhar é a única coisa que importa e de que ganhar – por qualquer meio necessário – é, em última instância, a coisa certa.

Com o triunfo desta aproximação neodarwiniana para fazer história, o apartheid, sob diversas modulações, será restaurado como a nova velha norma. Sua restauração abrirá caminho para novos impulsos separatistas, para a construção de mais muros, para a militarização de mais fronteiras, para formas mortais de policiamento, para guerras mais assimétricas, para alianças quebradas e para inumeráveis divisões internas, inclusive em democracias estabelecidas.

Nenhuma das alternativas acima é acidental. Em qualquer caso, é um sintoma de mudanças estruturais, mudanças que se farão cada vez mais evidentes à medida que o novo século se desenrolar. O mundo como o conhecemos desde o final da Segunda Guerra Mundial, com os longos anos da descolonização, a Guerra Fria e a derrota do comunismo, esse mundo acabou.

Outro longo e mortal jogo começou. O principal choque da primeira metade do século XXI não será entre religiões ou civilizações. Será entre a democracia liberal e o capitalismo neoliberal, entre o governo das finanças e o governo do povo, entre o humanismo e o niilismo.

O capitalismo e a democracia liberal triunfaram sobre o fascismo em 1945 e sobre o comunismo no começo dos anos 1990 com a queda da União Soviética. Com a dissolução da União Soviética e o advento da globalização, seus destinos foram desenredados. A crescente bifurcação entre a democracia e o capital é a nova ameaça para a civilização.

Apoiado pelo poder tecnológico e militar, o capital financeiro conseguiu sua hegemonia sobre o mundo mediante a anexação do núcleo dos desejos humanos e, no processo, transformando-se ele mesmo na primeira teologia secular global. Combinando os atributos de uma tecnologia e uma religião, ela se baseava em dogmas inquestionáveis que as formas modernas de capitalismo compartilharam relutantemente com a democracia desde o período do pós-guerra – a liberdade individual, a competição no mercado e a regra da mercadoria e da propriedade, o culto à ciência, à tecnologia e à razão.

Cada um destes artigos de fé está sob ameaça. Em seu núcleo, a democracia liberal não é compatível com a lógica interna do capitalismo financeiro. É provável que o choque entre estas duas ideias e princípios seja o acontecimento mais significativo da paisagem política da primeira metade do século XXI, uma paisagem formada menos pela regra da razão do que pela liberação geral de paixões, emoções e afetos.

Nesta nova paisagem, o conhecimento será definido como conhecimento para o mercado. O próprio mercado será re-imaginado como o mecanismo principal para a validação da verdade. Como os mercados estão se transformam cada vez mais em estruturas e tecnologias algorítmicas, o único conhecimento útil será algorítmico. Em vez de pessoas com corpo, história e carne, inferências estatísticas serão tudo o que conta. As estatísticas e outros dados importantes serão derivados principalmente da computação. Como resultado da confusão de conhecimento, tecnologia e mercados, o desprezo se estenderá a qualquer pessoa que não tiver nada para vender.

A noção humanística e iluminista do sujeito racional capaz de deliberação e escolha será substituída pela do consumidor conscientemente deliberante e eleitor. Já em construção, um novo tipo de vontade humana triunfará. Este não será o indivíduo liberal que, não faz muito tempo, acreditamos que poderia ser o tema da democracia. O novo ser humano será constituído através e dentro das tecnologias digitais e dos meios computacionais.

A era computacional – a era do Facebook, Instagram, Twitter – é dominada pela ideia de que há quadros negros limpos no inconsciente. As formas dos novos meios não só levantaram a tampa que as eras culturais anteriores colocaram sobre o inconsciente, mas se converteram nas novas infraestruturas do inconsciente. Ontem, a sociabilidade humana consistia em manter os limites sobre o inconsciente. Pois produzir o social significava exercer vigilância sobre nós mesmos, ou delegar a autoridades específicas o direito de fazer cumprir tal vigilância. A isto se chamava de repressão.

A principal função da repressão era estabelecer as condições para a sublimação. Nem todos os desejos podem ser realizados. Nem tudo pode ser dito ou feito. A capacidade de limitar-se a si mesmo era a essência da própria liberdade e da liberdade de todos. Em parte graças às formas dos novos meios e à era pós-repressiva que desencadearam, o inconsciente pode agora vagar livremente. A sublimação já não é mais necessária. A linguagem se deslocou. O conteúdo está na forma e a forma está além, ou excedendo o conteúdo. Agora somos levados a acreditar que a mediação já não é necessária.

Isso explica a crescente posição anti-humanista que agora anda de mãos dadas com um desprezo geral pela democracia. Chamar esta fase da nossa história de fascista poderia ser enganoso, a menos que por fascismo estejamos nos referindo à normalização de um estado social da guerra. Tal estado seria em si mesmo um paradoxo, pois, em todo caso, a guerra leva à dissolução do social. No entanto, sob as condições do capitalismo neoliberal, a política se converterá em uma guerra mal sublimada. Esta será uma guerra de classe que nega sua própria natureza: uma guerra contra os pobres, uma guerra racial contra as minorias, uma guerra de gênero contra as mulheres, uma guerra religiosa contra os muçulmanos, uma guerra contra os deficientes.

O capitalismo neoliberal deixou em sua esteira uma multidão de sujeitos destruídos, muitos dos quais estão profundamente convencidos de que seu futuro imediato será uma exposição contínua à violência e à ameaça existencial. Eles anseiam genuinamente um retorno a certo sentimento de certeza – o sagrado, a hierarquia, a religião e a tradição. Eles acreditam que as nações se transformaram em algo como pântanos que necessitam ser drenados e que o mundo tal como é deve ser levado ao fim. Para que isto aconteça, tudo deve ser limpo. Eles estão convencidos de que só podem se salvar em uma luta violenta para restaurar sua masculinidade, cuja perda atribuem aos mais fracos dentre eles, aos fracos em que não querem se transformar.

Neste contexto, os empreendedores políticos de maior sucesso serão aqueles que falarem de maneira convincente aos perdedores, aos homens e mulheres destruídos pela globalização e pelas suas identidades arruinadas.

A política se converterá na luta de rua e a razão não importará. Nem os fatos. A política voltará a ser um assunto de sobrevivência brutal em um ambiente ultracompetitivo.

Sob tais condições, o futuro da política de massas de esquerda, progressista e orientada para o futuro, é muito incerto. Em um mundo centrado na objetivação de todos e de todo ser vivo em nome do lucro, a eliminação da política pelo capital é a ameaça real. A transformação da política em negócio coloca o risco da eliminação da própria possibilidade da política.

Se a civilização pode dar lugar a alguma forma de vida política, este é o problema do século XXI.

 

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Condor realiza “Dia Explosivo”

No dia  28 de dezembro, as 44 lojas do Condor Super Center estarão abertas, excepcionalmente, a partir das 7h da manhã para a ação “Dia Explosivo Condor”, que além de oferecer promoções imperdíveis em todos os departamentos, também vai disponibilizar ofertas exclusivas para os clientes do Clube Condor.

Além das ofertas em diversos produtos, a rede ainda oferece um parcelamento diferenciado no cartão Condor: até 3x sem juros para compras de produtos de mercearia, bebidas, congelados, higiene e limpeza; até 10x sem juros para bazar, produtos automotivos, produtos de pet shop e têxtil; e de até 15x sem juros para eletro.

Clube Condor

Lançado recentemente para comemorar os 43 anos da rede, o Clube Condor é exclusivo para pessoas físicas. A participação no clube é gratuita e, para aderir, basta realizar um cadastro em qualquer uma das 44 lojas da rede no totem localizado na entrada da área de vendas ou nos estandes de atendimento dos Cartões Condor. A adesão também pode ser feita pelo sitewww.clubecondor.com.

Após o cadastro, o cliente Clube Condor já poderá usufruir das ofertas exclusivas. Para isso, basta informar seu CPF ao operador de caixa antes de iniciar a passagem das suas compras pelo checkout. Caso o cliente ainda não tenha efetuado previamente o cadastro, pode solicitar um pré-cadastro ao operador informando apenas seus números de CPF e celular válido e já aproveita as ofertas no mesmo instante. Mas neste caso, será necessário concluir o cadastro em até 60 dias nos meios disponibilizados, do contrário perde direito ao benefício.

O endereço de todas as lojas da rede, bem como algumas ofertas especiais desta edição do “Dia Explosivo Condor”, podem ser consultados emwww.condor.com.br no dia da ação.

Divulgação: WBC  COMUNICAÇÃO

E-mail: wbc.ai@terra.com.br 

Luciana Gavloski:   4 991326135

Veronica Gavloski:  41 991426135

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Klabin incentiva a leitura em Rio Negro (PR) com o projeto “Crescer Lendo”

A empresa também entregou duas unidades habitacionais para a Secretaria de Assistência Social do município

Paraná, 20 de dezembro de 2017 – A Klabin entregou hoje o projeto Crescer Lendo no município de Rio Negro (PR), programa de responsabilidade social da companhia que aproxima e incentiva o hábito da leitura nas crianças, a imaginação e a criatividade. Este mês, a Klabin completou um ano de operação na cidade, que marcou o início da produção de conversão de embalagens de papelão ondulado da empresa no Paraná e, ao longo de 2017, se aproximou das comunidades no entorno da sua unidade industrial e, por meio do Crescer Lendo, entrega dois cantinhos de leitura para as escolas CMEI Silvestre Maess e CMEI Pequeno Cidadão, que beneficiará aproximadamente 267 crianças.
Inauguração Cantinho de Leitura CMEI Silvestre Maess em Rio Negro (PR). Da esquerda para a direita:coordenador da Klabin Gilmar Antonio Junior, secretária de Educação Jussara do Rocio Haide e a diretora do CMEI Marilyn Elizabeth Caetano
Serão doados 900 livros, 450 para cada escola, que possui autonomia para organizar as publicações e decorar os cantinhos. Os livros são voltados para a primeira infância (crianças de até 6 anos) e recomendados pelo Ministério da Educação, cuja seleção inclui títulos artísticos, de poesias e cultura de outros países, o que demonstra os esforços da empresa e dos envolvidos das escolas para que as crianças ingressem no ensino fundamental mais próximas e familiarizadas com a leitura.
Cantinho de Leitura do Crescer Lendo em Rio Negro (PR)
Durante o ano, a Klabin ofereceu capacitação aos diretores, professores e coordenadores pedagógicos das escolas, além de técnicos da Secretaria de Educação, que contou com orientações e ensinamentos de como cativar a atenção das crianças, por exemplo, dicas que trazem praticidade para os pequenos alcançarem os livros, a importância da criação de um espaço lúdico e um clima diferente que favoreça a concentração e um ambiente acolhedor, entre outras técnicas.
Uma oficina especial para os pais antecedeu a entrega: uma consultora contratada pela empresa reuniu os familiares para ensinar e dar dicas de como contar histórias para as crianças, trazendo novidades como entonação da voz, gesticulação e a importância de ler a historinha antes para favorecer a criação durante o contar da história. Para a Klabin, essa atividade fecha o ciclo de relação que a criança tem com a leitura e essa experiência a acompanhará em todas as etapas da vida.
Unidades habitacionais
Além do Crescer Lendo, a Klabin também realizou a entrega de duas unidades habitacionais para a Secretaria Municipal de Assistência Social de Rio Negro, cuja ação faz parte de um projeto maior de apoio da Secretaria para as famílias que tiveram suas casas afetadas pelas chuvas da região. A Klabin é uma das empresas parceiras do município também neste projeto, que visa reforçar a prática da responsabilidade social com foco nas comunidades onde atua, com base no desenvolvimento local e da educação, previstos em sua Política de Sustentabilidade.
Os eventos de entrega do Crescer Lendo e a inauguração das unidades habitacionais contaram com a participação do prefeito de Rio Negro, Milton Paizani, do vice-prefeito James Karson Valério, do presidente do Rotary Club de Rio Negro, Gustavo Koster, e do gerente Industrial da Klabin, João Pedro Amaral.
          Representantes do município e da Klabin durante a entrega das Unidades Habitacionais de Rio Negro (PR)
Sobre o Crescer Lendo
Desenvolvido em parceria com a ONG United Way Brasil e o Instituto Avisa Lá, o programa Crescer Lendo da Klabin possui cinco anos. A iniciativa contempla a formação de profissionais de toda a rede de ensino infantil, a doação de Cantinhos de Leitura com um acervo de 450 livros cada e uma oficina de contação de histórias destinada aos pais.
Ao todo, o Crescer Lendo passou por 26 municípios de 8 Estados em que a Klabin atua. Mais de 8 mil crianças já foram impactadas pela iniciativa. Também foram capacitados mais de 600 profissionais da rede infantil, tendo sido doados, até o momento, mais de 15 mil livros.

Sobre a Klabin
A Klabin é a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, única companhia do país a oferecer ao mercado uma solução em celuloses de fibra curta, fibra longa e fluff, e líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais. Fundada em 1899, possui 17 unidades industriais no Brasil e uma na Argentina.
Toda a gestão da empresa está orientada para o Desenvolvimento Sustentável, buscando crescimento integrado e responsável, que une rentabilidade, desenvolvimento social e compromisso ambiental. A Klabin integra, desde 2014, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da BM&FBovespa. Também é signatária do Pacto Global da ONU e do Pacto Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, buscando fornecedores e parceiros de negócio que sigam os mesmos valores de ética, transparência e respeito aos princípios de sustentabilidade.
Saiba mais: www.klabin.com.br
Assessoria de Imprensa – Klabin
In Press Porter Novelli
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Condor lança investimento de R$ 40 milhões em Mafra

O empreendimento será o 2º da rede em Santa Catarina

O município de Mafra foi o escolhido pelo Condor Super Center para ser a segunda cidade de Santa Catarina a receber um empreendimento da rede. Com um investimento de R$ 40 milhões, o hipermercado terá 5 mil m², 12 lojas de apoio e uma praça de alimentação. O hiper será uma loja completa, com um setor de eletroeletrônicos, bazar, têxtil, mercearia, hortifruti, açougue com cortes especiais, padaria e confeitaria, fiambreria e adega com grande variedade de rótulos nacionais e importados. A inauguração está prevista para meados de 2018 e trará o que há de mais moderno em engenharia e arquitetura, unindo tecnologia de ponta com sustentabilidade.

O empreendimento vai gerar 300 novos postos de trabalho diretos, contribuindo com a geração de renda na região. Segundo o presidente do Condor, Pedro Joanir Zonta, Mafra foi escolhida pela proximidade logística e pelo potencial da cidade. “Nossa empresa foi fundada há 43 anos e no decorrer de sua história conseguiu se consolidar no cenário nacional e ficar entre as maiores redes supermercadistas do país. Nossa expansão não para e escolhemos Mafra por vermos o alto grau de desenvolvimento da cidade e uma necessidade da região por um centro de compras completo, que proporcione momentos agradáveis e de lazer aos clientes”, afirma.

Para que o empreendimento fique organizado de uma maneira confortável e agradável aos olhos, o hiper vai contar com gôndolas baixas, corredores amplos e uma comunicação visual inteligente e eficaz, que facilita a sinalização e visualização do setor desejado logo ao entrar na loja.

Zonta destaca que um dos maiores diferenciais da rede é a valorização de uma relação de confiança e respeito com os seus clientes e colaboradores. “Temos um compromisso com os nossos clientes, por isso traremos para Mafra um mix amplo, com produtos de qualidade, variedade e ofertas que contribuam para o orçamento familiar”.

Sustentabilidade

Um dos grandes destaques da nova loja é a criação de uma usina de energia solar, que vai preservar o meio ambiente com a redução de muitas toneladas de CO² e diminui a utilização de energia de fontes não renováveis.

Além dos painéis solares, o novo Condor vai contar com outras tecnologias sustentáveis, como a instalação de lâmpadas LED em 100% do estabelecimento, que além de serem mais econômicas, duram três vezes mais, reduzem em 50% o consumo de energia elétrica e o descarte no meio ambiente. Outra solução que economiza energia elétrica é o sistema de iluminação dimerizável, que ajusta a intensidade luminosa de acordo com a luz natural. Também serão instalados na cobertura do estabelecimento os Domus Prismáticos, que filtram os raios ultravioletas em até 98% e permitem a entrada da luz externa no ambiente.

O consumo de energia é ainda mais reduzido com a instalação de portas nos balcões de congelados e refrigerados, que além de manterem os produtos bem conservados, também reduzem em até 60% a carga térmica. Já para preservar a camada de ozônio, será utilizado o CO2 no setor de congelados, um gás refrigerante 100% natural que não agride a natureza e não provoca o efeito estufa. O setor de refrigerados utiliza o Glicool, inofensivo à camada de ozônio e que reduz em até 90% os gases poluentes.

Ainda pensando no meio ambiente, a loja vai contar com um sistema de captação da água da chuva, que será utilizada na irrigação de jardins, descarga de sanitários e limpeza de pisos.

O hiper Condor de Mafra será construído na Avenida Prefeito Frederico Heyse, 1000.

Condor Super Center

O Condor Super Center iniciou a sua trajetória em 1974 com uma pequena loja de 110m² e apenas cinco funcionários em Curitiba. Com mais de 11 mil colaboradores diretos, atende mensalmente mais de 4 milhões de clientes em suas lojas.

A rede conta atualmente com 44 lojas, entre super e hipermercados, em 15 cidades do Paraná, localizadas em Curitiba e Região Metropolitana, litoral, Campos Gerais e Norte do estado, e uma em Santa Catarina, na cidade de Joinville, além de uma central de distribuição com mais de 70 mil m² em Curitiba, responsável pelo abastecimento diário das lojas da rede.

Divulgação: WBC  COMUNICAÇÃO

E-mail: wbc@sulbbs.com.br

Luciana Gavloski:   41 991326135

Veronica Gavloski:  41 991426135

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