Condor e Faesp tiram dúvidas da população sobre Declaração do Imposto de Renda

Com o objetivo de ajudar as pessoas a tirarem as suas dúvidas sobre a Declaração do Imposto de Renda, o Condor Boqueirão e a Faculdade Anchieta de Ensino Superior do Paraná – FAESP promovem neste dia 1º de abril um TIRA DÚVIDAS IRPF  (Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física) 2017/2016.

O Condor está disponibilizando o espaço para que os alunos de Ciências Contábeis da Faculdade, com supervisão do professor Chrystian Renan Barcelos, possam esclarecer todas as dúvidas dos clientes. O horário de atendimento será das 09h às 12h e das 13h15 às 16h00.

Serviço

Ação: TIRA DÚVIDAS IRPF  (Declaração do Imposto de Renda Pessoa Física) 2017/2016

Local: Condor Boqueirão, na Av. Marechal Floriano Peixoto, 7.486

Horário: 09h às 12h e das 13h15 às 16h00

 Divulgação: WBC  COMUNICAÇÃO

E-mail: wbc.ai@terra.com.br       

Luciana Gavloski:   41 991326135

Veronica Gavloski:  41 991426135

WBC: 41 32470569

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Carne Fraca é “atrapalhada” e cria “desconfiança temporária desleal”

Afirmação é de Luis Madi, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS)

“A Operação Carne Fraca, de forma “atrapalhada”, cria uma desconfiança temporária desleal sobre este estratégico setor de suprimento de alimentos no Brasil e no exterior. Estão querendo denegrir a imagem deste nosso setor que mantém os mais elevados padrões de qualidade a nível mundial”. A afirmação é de Luis Madi, membro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS) e diretor geral do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de SP.

“Trabalhamos nestes últimos anos, em especial em 2015 e 2016, para apresentar ao consumidor brasileiro um local onde pudessem obter informação científica e tecnicamente comprovada sobre os alimentos processados (www.alimentosprocessados.com.br), onde o setor de proteína animal, em especial de carnes é fundamental, com produtos de excelente qualidade”, lembra ele.

De acordo com Madi, a cadeia produtiva da carne é legítima e todas as atividades passam por planejamento, manejo e controle do rebanho desde antes até depois da porteira: “Temos presenciado produtores buscando a inovação, melhorando a capacidade de gerenciamento das fazendas, bem-estar dos animais, investindo em ciência e tecnologia. Outros profissionais da área se aperfeiçoando através de treinamentos, análises de mercado, controle fitossanitário, rastreabilidade. Como sempre: o agro mantendo o Brasil e sempre contribuindo para o PIB. Nossa imagem não pode ficar ao relento”.

O engenheiro agrônomo Márcio Ceccantini aponta que, durante dois anos de investigação, foram autuadas apenas 21 unidades sobre um total de 4.837 fábricas e frigoríficos no País, além de somente 33 fiscais em um universo de mais onze mil.

“Se há um problema de corrupção, se houve problema político envolvendo algumas pessoas e fábricas, deveria ser tratado com rigor e punição de forma pontual e não generalizada”, reclama Madi, que também é engenheiro de alimentos pela Unicamp e Mestre em Embalagem de Alimentos pela Michigan State University (EUA).

“Somos contra qualquer ilegalidade no setor. Somos contra essas irregularidades e os envolvidos devem ser punidos. Mas é preciso relembrar que os corretos ainda são a maioria, que nosso setor tem representantes íntegros, desde a produção da carne até os processos de qualidade e fiscalização.
É hora do consumidor também analisar os fatos e buscar informação baseada na ciência e na tecnologia”, conclui

Créditos: Arquivo
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SUCESSÃO RURAL

Com boas perspectivas, jovens cogitam permanecer no campo

30 de março 2017 (Dia Mundial da Juventude) – A condição socioeconômica superior das famílias produtoras de tabaco é um dos fatores que estão fazendo com que mais de 70% dos jovens construam seus projetos de vida na continuidade das atividades rurais. Essa nova situação foi revelada em pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) ao Centro de Estudos e Pesquisas em Administração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (CEPA/UFRGS). Realizado no segundo semestre de 2016, o estudo também apontou os diversos motivos que estão influenciando nas decisões da nova geração.
A renda auferida, 73% superior à do trabalhador brasileiro (de R$ 1.926,73 enquanto que a média nacional é de R$ 1.113,00), é apenas um dos diferenciais. Outros são o conforto doméstico e a crescente mecanização que facilita as atividades agrícolas. Além disso, o alto índice de veículos (88,6% das propriedades têm automóvel e 61,7% têm motocicletas) facilitam os deslocamentos para estudos e lazer.
A conectividade ao mundo digital também já é uma realidade nas propriedades rurais: 48% contam com acesso à internet e 94% têm telefone celular. Outros dados são de que 80% das casas dos produtores de tabaco têm três ou mais dormitórios, 96% têm lavadoras de roupas e 99% tem TV em cores, sendo que 85,5% têm antena parabólica e 18% sinal fechado. E a modernização das lidas rurais se revela no fato de que 72% dos produtores têm trator e 13%, microtrator.
“Verificamos um bom acesso a itens relacionados às condições de conforto, higiene e saúde, respaldado por um bom nível de renda. Os produtores de tabaco têm bom acesso às informações e também a condições satisfatórias para atualização e desenvolvimento da sua atividade. Eles também fazem uma boa avaliação de suas próprias condições de vida, ou seja, em geral.
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Tercerização nas relações de trabalho

Um passo de 20 anos

lei 4302/98 que eleva o Prestador de Serviços nas empresas a um patamar de conforto e estabilidade jurídica em questões trabalhistas foi aprovada!

Aprovado em 22 de março pela Câmara dos Deputados, a Lei muda substancialmente as relações trabalhistas no Brasil e sem alterar a CLT aprovada por outro presidente nos anos 40 – Getúlio Vargas.

Aprovar a terceirização dessas atividades muda o quê?
A partir de agora Prestadores de Serviços e Empresas poderão livremente definir as regras contratuais para a sua relação, gerando com isto uma segurança apoiada em leis que até então se fizeram ausentes.

Olhando para o Prestador de Serviço, a regulamentação da sua situação na empresa gerou o sempre sonhado “conforto” para todos.
Sim, todos! As empresas poderão contratar sem risco trabalhista e ocorrerá também uma maior demanda de trabalho para todos que optaram prestar serviços e conhecimento técnico de forma individual.

A opção também se torna atraente do ponto de vista financeiro. Por quê?
Se o prestador sai da tutela do Estado acabam as retenções de Imposto de Renda que chegam a até 27,5% do seu rendimento mensal. O mesmo acontece com o INSS com mais de mil reais de retenção. Sair dessa tutela fiscal significa vantagem, ou seja… Mais dinheiro no bolso!

Fica a responsabilidade de cada um em poupar, investir em aplicações mais rentáveis, cuidar do seu patrimônio financeiro! Se o FGTS hoje paga 3% ano de remuneração, um plano de aposentadoria privado é melhor que o benefício público, e assim vai…

Atenção que a lei blinda um recurso comum às empresas: Não será mais possível demitir e recontratar no intervalo de dois anos. Isso acaba protegendo ainda mais os Prestadores de Serviço disponíveis no mercado.

Resumindo

Os profissionais liberais, os Prestadores de Serviço individuais tem na Lei uma janela de oportunidade muito importante. Mesmo os optantes pelo SIMPLES NACIONAL também serão beneficiados o que ampliará ainda mais o mercado de atuação.

 

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Qual é a importância das palestras motivacionais para empresas e funcionários ?

A palestra motivacional é uma importante ferramenta para empresas ainda mais nestes tempos de incertezas. Precisando de entrevistas, pode chamar aqui. Qual é a importância das palestras motivacionais para empresas e funcionários

Empresas que procuram melhorar o rendimento de suas equipes de  colaboradores buscam constantemente as famosas palestras motivacionais. Fundamentadas nas técnicas de coaching, estas palestras utilizam um conjunto de  técnicas e ferramentas e trazem resultados perceptíveis quase que imediatamente. Tudo é pensado para desenvolver a autorreflexão e o autoconhecimento em duas frentes:

– A continuidade da empresa e

– A motivação de seus colaboradores

A Master Coach Bianca Caselato utiliza muito o coach nestas palestras de maneira a interagir com os participantes: “Estes encontros são de cunho motivacional onde são trabalhadas questões como a falta de ação do colaborador e a própria insatisfação dele com o cargo ou o posto que ocupam. São detalhes que atrapalham o resultado final da empresa.”

A palestra motivacional também é requisitada em outras situações, como quando há mudanças corporativas. Quando se fala destas mudanças internas, a palestra motivacional consegue preparar o cenário para os colaboradores independente da motivação desta mudança:

“É como em uma demissão em massa em que alguns colaboradores não sabem o que fazer ou quando há um processo de transição e é preciso tirar o pessoal da zona de conforto. Cada palestra tem o seu tema específico, mas em geral a ideia é provocar o participante e deixá-lo com mais disposição para realizar aquilo que ele se propôs para fazer dentro do seu trabalho ou prepará-lo para mudanças radiciais” esclarece Caselato.

Mudanças atingem cada profissional individualmente

Mesmo envolvendo diretamente os colaboradores, estas palestras são direcionadas do ponto de vista da empresa e não do participante, porém Bianca percebe que esses encontros acabam mexendo muito com os trabalhadores – a ponto de um colaborador pedir demissão:

“Esta situação eu deixo muito claro nestes eventos. E não tem nada de errado, está tudo certo. A empresa não quer alguém que esteja desmotivado. É melhor que este profissional se descubra e vá atrás de um sonho dele do que, de repente, ele se acomodar na empresa insatisfeito. Este ponta-pé sempre funciona.” finaliza Bianca.

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