Sobe para 40 as epizootias confirmadas no Paraná

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O boletim epidemiológico divulgado nesta quarta-feira (22) pela Secretaria de Estado da Saúde confirma sete novos casos de epizootias no Paraná, somando 40 casos confirmados de morte de macacos com febre amarela, enquanto outros 104 seguem em investigação. No último informe de febre amarela em 14 de janeiro, o número era de 33.

As epizootias estão distribuídas em 18 municípios de sete regionais de saúde. As novas confirmações foram em: Quatro Barras (1), Rio Negro (1), Mallet (1), Antônio Olinto (1) São Mateus do sul (1) e Cândido de Abreu (2). Os municípios de Balsa Nova (1), Mandirituba (1), Castro (11), Ipiranga (2), Palmeira (1), Piraí do Sul (2), Ponta Grossa (8), São João do Triunfo (1), Imbituva (1), Teixeira Soares (2), Prudentópolis (1) e Sapopema (2) já possuíam casos confirmados.

O boletim não registra casos de febre amarela em humanos. O Paraná segue em alerta com 15 casos em investigação. O período epidemiológico começou a ser monitorado em julho de 2019 e desde então a Secretaria de Estado da Saúde vem fazendo um trabalho efetivo e intensificado de bloqueio sanitário.

No período anterior (julho de 2018 e junho de 2019) foram confirmados 17 casos e um óbito.

VACINA – O secretário de Estado da Saúde Beto Preto reforça a importância da vacinação contra a febre amarela em todo Paraná, principalmente nas regiões onde já temos a confirmação da circulação do viral. “As epizootias confirmam que o vírus está presente nestes locais e é preciso que a população busque a unidade de saúde mais próxima da sua casa e tome a vacina contra a doença, que está disponível nos 399 municípios”, alerta.

A vacina é indicada para crianças a partir dos nove meses com reforço aos quatro anos e adultos até os 59 anos. Para gestantes, mulheres que amamentam, crianças até nove meses de idade, adultos maiores de 60 anos, pessoas com alergia grave a ovo ou imunodeprimidos, a recomendação é que só sejam vacinados com a avaliação de um profissional de saúde. Apenas uma dose da vacina garante a imunidade por toda a vida.

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Paraná terá dez Ambulatórios Multiprofissionais Especializados

(ATUALIZADO) O Paraná terá dez Ambulatórios Multiprofissionais Especializados (AMMEs) a partir de 2020. O investimento soma R$ 100 milhões. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior nesta quarta-feira (11), no Palácio Iguaçu, durante o evento de liberação de R$ 168 milhões para equipamentos e reformas na saúde para 297 municípios.

Os AMMEs serão gerenciados pelos consórcios intermunicipais de saúde e estão dentro da estratégia de regionalização do atendimento à população. Os municípios contemplados são Irati, União da Vitória, Campo Mourão, Cianorte, Cornélio Procópio, Jacarezinho, Ivaiporã, Paranavaí, Colombo e São José dos Pinhais. Os dois últimos vão atender, de forma separada, as zonas Norte e Sul da Região Metropolitana de Curitiba.

O governador afirmou que os AMMEs potencializam a atenção especializada e vão ajudar a reforçar o modelo de gestão dos consórcios, reconhecido como ágil, prático e menos oneroso. “No começo de 2020 já começam as construções. Esses centros de especialidades são demandas antigas da população. Tínhamos nos compromissado a ampliar esse atendimento regional e disponibilizar cardiologistas e ortopedistas mais próximos da população”, afirmou Ratinho Junior. “É uma solução que traz mais conforto e segurança, para não ter que fazer com que pacientes andem quilômetros atrás de consultas”.

Os projeto foram elaborados pela Paraná Edificações. Cada unidade terá até quatro mil metros quadrados, numa proposta de atendimento interdisciplinar, com acesso a exames, consultas, tratamento e orientação terapêutica nas diferentes linhas prioritárias de cuidado, como a materno-infantil, saúde do idoso, hipertensão, diabetes e saúde mental.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, disse que os AMMEs internalizam o conceito de atendimento completo. “Com consultas médicas, centro de especialidades odontológicas, presença de equipes multiprofissionais. E eles serão implementados com os consórcios intermunicipais de saúde. O Paraná já dobrou os repasses a essas entidades para o ano que vem”, afirmou Beto Preto. “Os prédios são amplos e vão atender com carinho a população”.

Depois das obras, o Estado também ajudará no custeio dos AMMEs. O Consórcio Metropolitano da Saúde (Comesp), por exemplo, terá duas sedes, uma no Norte e uma no Sul, para atender 1,7 milhão de paranaenses. “Temos uma experiência de vinte anos com os consórcios, que vêm se aprimorando nos últimos anos. Eles só trabalham com dinheiro público e precisam ser respeitados”, acrescentou Beto Preto.

CONQUISTA – Beti Pavin, prefeita de Colombo, disse que o Ambulatório Multiprofissional Especializado representará um divisor de águas nas consultas eletivas da Grande Curitiba. “Temos muitas dificuldades e o Governo tem buscado alternativas para ajudar. Ao longo dos anos a população da Região Metropolitana foi tratada como de segunda classe. Não merecemos isso. O AMME será todo aparelhado para as linhas de cuidado necessárias e propõe atendimento diferenciado”, afirmou. Os dois AMMEs da RMC atenderão 28 municípios.

Carlos Alberto de Andrade, secretário de Saúde de Araucária e presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems), ponderou que uma das maiores demandas na área é por especialidades. “Muitos cidadãos se deslocam por quilômetros para alguma consulta. Além do aumento da oferta, com os AMMEs podemos encerrar filas históricas represadas de consultas. É uma expectativa antiga dos secretários municipais”, complementou.
PRESENÇAS – Estiveram presentes na cerimônia o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; o secretário de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes; o presidente da Comec, Gilson Santos; o superintendente de Inovação da Casa Civil, Henrique Domakoski; o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin; os deputados estaduais Hussein Bakri (líder do Governo), Alexandre Curi, Ademar Traiano, Homero Marchese, Galo, Cobra Repórter, Jonas Guimarães, Doutor Batista, Delegado Jacovós, Wilmar Reichembach, Tercílio Turini, Marcel Micheletto, Luiz Cláudio Romanelli, Mabel Canto, Cantora Mara Lima, Gilson de Souza, Alexandre Amaro, Nelson Justus, Delegado Fernando, Márcio Pacheco, Luiz Fernando Guerra, Emerson Bacil, Anibelli Neto, Do Carmo, Artagão Júnior, Soldado Adriano José, Paulo Litro, Francisco Buhrer, Ricardo Arruda, Cristina Silvestri, Coronel Lee e Nelson Luersen; vereadores, cerca de 200 prefeitos e lideranças regionais.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

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Expectativa de vida do brasileiro ao nascer é de 76,3 anos em 2018, diz IBGE | Bem Estar | G1

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Confira as recomendações do Ministério da Saúde para o rastreamento do câncer de mama

Mamografia de rotina deve ser feita entre os 50 e os 69 anos, a cada dois anos

• A mamografia de rastreamento – exame de rotina em mulheres sem sinais e sintomas de câncer de mama – é recomendada na faixa etária de 50 a 69 anos, a cada dois anos. Fora dessa faixa etária e dessa periodicidade, os riscos aumentam e existe maior incerteza sobre benefícios.

• A mamografia permite identificar melhor as lesões mamárias em mulheres após a menopausa. Antes desse período, as mamas são mais densas e a sensibilidade da mamografia é reduzida, gerando maior número de resultados falso-negativos (resultado negativo para câncer em pacientes com câncer) e também de falsos-positivos (resultado positivo para câncer em pacientes sem câncer), o que gera exposição desnecessária à radiação e a necessidade de realização de mais exames.

• O Ministério da Saúde recomenda contra o rastreamento com mamografia em mulheres com menos de 50 anos (recomendação contrária forte: os possíveis danos claramente superam os possíveis benefícios). Por isso, também as principais diretrizes e programas de rastreamento do mundo não recomendam o rastreamento de mulheres abaixo desta idade (50 anos).

• O rastreamento com mamografia, mesmo na faixa etária recomendada, implica em riscos que precisam ser conhecidos pelas mulheres. Além dos resultados falso-positivos e falso-negativos, o rastreamento pode identificar cânceres de comportamento indolente, que não ameaçariam a vida da mulher e que acabam sendo tratados (sobrediagnóstico e sobretratamento), expondo-a a riscos e danos associados. As mulheres devem ser orientadas sobre riscos e benefícios do rastreamento mamográfico para que possam, em conjunto com o médico, decidir sobre a realização dos exames de rotina e exercer sua autonomia.

• A avaliação das Diretrizes para a Detecção Precoce do Câncer de Mama no Brasil é de que, na faixa etária de 50 a 69 anos e com periodicidade bienal, os possíveis benefícios do rastreamento superam seus riscos.

• Atualmente não se recomenda o autoexame das mamas como técnica a ser ensinada às mulheres para rastreamento do câncer de mama. Grandes estudos sobre o tema demonstraram baixa efetividade e possíveis danos associados a essa prática. Entretanto, a postura atenta das mulheres no conhecimento do seu corpo e no reconhecimento de alterações suspeitas para procura de um serviço de saúde o mais cedo possível – estratégia de conscientização – permanece sendo importante para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A mulher deve ser estimulada a conhecer o que é normal em suas mamas e a perceber alterações suspeitas de câncer, por meio da observação e palpação ocasionais de suas mamas, em situações do cotidiano, sem periodicidade e técnica padronizadas como acontecia com o método de autoexame.

• A superação das barreiras para redução da mortalidade por câncer de mama no Brasil envolve não apenas o acesso à mamografia de rastreamento, mas controle de fatores de risco conhecidos e, sobretudo, a estruturação da rede assistencial para rápida e oportuna investigação diagnóstica e acesso ao tratamento de qualidade.

• Esforços nesse sentido estão sendo feitos e dependem do fortalecimento do Sistema Único de Saúde para garantia de acesso à saúde pública de qualidade ao conjunto da população brasileira.

Fonte: Diretrizes para a detecção precoce do câncer de mama no Brasil

https://www.inca.gov.br/noticias/confira-recomendacoes-do-ministerio-da-saude-para-o-rastreamento-do-cancer-de-mama

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Surto de sarampo é resultado de períodos com baixa adesão à vacina


Sarampo – Desde 2004 a indicação do Ministério da Saúde (MS) é que sejam aplicadas duas doses da vacina contra sarampo, uma aos 12 meses e outra aos 15 meses de vida. Porém, segundo dados dos últimos anos, o Paraná não atingiu a meta de vacinação estabelecida pelo MS para as duas doses. Em 2016, a dose 1 chegou a 91% de cobertura, em 2017, manteve o mesmo percentual, em 2018 este número baixou para 88% e em 2019, de janeiro ao dia 9 de outubro de 2019 ampliamos a cobertura e atingimos 92,7%. Embora 2018 e 2019 sejam dados preliminares, é possível verificar que o índice aumentou em 5%.

“Sabemos que há uma janela, um grupo de pessoas que não estão vacinadas ou por falta de informação e consciência sobre o tema, ou por resistência à vacina. Seja qual for o motivo, nós precisamos fazer a busca ativa dessa população para que seja imunizada, dessa forma as pessoas não adoecem e não transmitirão sarampo para outras”, esclarece o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

CAMPANHA – Teve início na segunda-feira (7) a primeira etapa da Campanha de Vacinação contra o sarampo. O grupo preconizado pelo MS neste momento é de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos e se deve ao fato desse grupo sofrer mais sequelas da doença.

No sábado, dia 19 de outubro será realizado o dia D nesta fase que segue até o dia 25 de outubro, quando todas as Unidades Básicas de Saúde estarão abertas.

A segunda etapa tem como público alvo jovens com idade entre 20 e 29 anos. O período de intensificação para vacinação desta faixa de idade é entre 18 a 30 de novembro com o dia D ocorrendo no sábado, 30.

“Solicitamos mais 100 mil doses da vacina tríplice (que previne sarampo, caxumba e rubéola) para reforçar todo o Paraná, mas especialmente Curitiba, por ser o município com maior incidência do sarampo”, comenta o secretário Beto Preto.

BOLETIM – O Informe Epidemiológico semanal divulgado nesta quinta-feira (10), mostra o crescimento exponencial de casos confirmados, 103 pessoas moradoras do Paraná tiveram ou estão com sarampo. 80 casos são da Curitiba e outros 18 na região metropolitana. As cinco confirmações restantes estão em Jacarezinho (1), Ponta Grossa (1), Maringá (2) e Rolândia (1). (Os outros municípios estão detalhados no boletim nº 7).

“Os casos de sarampo aumentam e demonstram a necessidade de vacinar a população preconizada contra a doença. Solicitamos que as mães, pais ou outro responsável, leve a criança até uma das salas de vacinação distribuídas em nosso Estado. É uma doença altamente transmissível e que pode ser acompanhada de complicações graves. E como o vírus não circulou no Paraná por mais de 20 anos, muitas pessoas não tiveram contato com o sarampo e não se sentem o risco de contaminação ou transmitir para alguém. Por isso nós e o Ministério da Saúde nos mobilizamos para alertar e chamar a população para a vacinação”, comenta a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Acácia Nasr.

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