Arquivo da categoria: Agricultura

SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

CA, EPI, NR 31   Você conhece essas siglas?

28 de abril de 2018, Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho – Policiais e bombeiros utilizam fardamentos e equipamentos pesados para sua própria segurança; maquinistas precisam de proteção auricular; motoristas devem utilizar o cinto de segurança; operários da construção civil não podem abrir mão dos capacetes; apicultores precisam se prevenir para não serem surpreendidos pelas abelhas; produtores rurais precisam estar protegidos ao utilizar agrotóxicos. Toda profissão possui suas peculiaridades no quesito de saúde e segurança e o denominador comum acaba passando pela orientação e conscientização dos trabalhadores.

CA, EPI, NR 31. Quando o assunto é saúde e segurança no trabalho, conhecer a importância dessas siglas são essenciais. O Certificado de Aprovação (CA), o Equipamento de Proteção Individual (EPI) e a Norma Reguladora 31 (NR31) protegem os trabalhadores nas mais variadas funções.

O CA é a garantia dada pelo Ministério do Trabalho de que o EPI possui a qualidade necessária e está apto para uso. Antes de ser colocado à venda, todo EPI é submetido a testes para garantir a durabilidade, o conforto e a proteção fornecida pelo equipamento. Concluídos os testes, se aprovado o EPI recebe seu respectivo CA e autorização para ser comercializado. Para ter certeza da procedência do equipamento, o CA pode ser consultado pelo site www.consultaca.com.

Segundo o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, os investimentos em pesquisa realizados pelas empresas integradas e a intensificação do uso de metodologias sustentáveis, como o Manejo Integrado de Pragas (MIP), tem colocado o tabaco brasileiro na condição de cultura de interesse econômico que menos utiliza agrotóxico. De acordo com pesquisa realizada pela ESALQ – Escola Superior de Agricultura da USP, em 2012, a cultura do tabaco utiliza apenas 1,1 kg de ingrediente ativo de agrotóxicos por hectare.

“Independentemente da atividade agrícola, o manejo e a aplicação de agrotóxicos de forma inadequada pode causar riscos e o uso do EPI é essencial. Nosso objetivo é garantir a saúde e a segurança dos produtores e trabalhadores no cultivo do tabaco e o cumprimento da NR 31. A orientação técnica das equipes de campo das empresas tem permitido alcançar resultados altamente positivos nesse sentido”, destaca Schünke.

Pesquisa conduzida pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS/2016), com produtores de tabaco da Região Sul do País, constatou que 85% já realizou cursos sobre a Norma Regulamentadora 31 (NR 31), que trata da segurança e saúde no trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aquicultura. A norma estabelece os preceitos a serem observados na organização e no ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde e meio ambiente do trabalho. A sua existência jurídica é assegurada por meio do artigo 13 da Lei nº. 5.889, de 8 de junho de 1973.

No caso do tabaco, os produtores também precisam estar atentos no manuseio de tabaco verde úmido, quando é necessária a utilização da vestimenta de colheita. Composta por calça, blusa e luvas de tecidos impermeáveis, a vestimenta evita a absorção dérmica da nicotina, que, para algumas pessoas, pode causar mal-estares como tonturas e náuseas. Saiba mais sobre a Doença da Folha Verde

A vestimenta começou a ser desenvolvida em 2009 e teve sua eficácia testada entre 2010 e 2011. O estudo realizado na época comprovou a diminuição de 98% da exposição dérmica, considerando a vestimenta altamente eficiente. Em 2014, a blusa e a calça que compõe a vestimenta receberam seus respectivos Certificados de Aprovação pelo Ministério do Trabalho e Emprego, 34.899 e 34.900, respectivamente. Em 2016, o artigo Avaliação da vestimenta padrão utilizada durante a colheita das folhas de tabaco e implicações na prevenção da Green Tobacco Sickness (GTS), publicado na Revista Brasileira de Medicina do Trabalho (RBMT), corroborou seu alto grau de proteção. “O que realmente faz diferença para o produtor é a conscientização de que ele precisa se proteger”, enfatiza Schünke.

 

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130 profissionais do agronegócio debatem sobre tecnologias na produção agrícola em Bagé

Informações sobre o herbicida 2,4-D, manejo de resistência de plantas daninhas e técnicas de aplicação responsável foram os temas abordados

São Paulo, 22 de fevereiro de 2018 – Em evento realizado na noite desta quinta-feira, com apoio da Associação e Sindicato Rural de Bagé, 130 pessoas do município de Bagé e região acompanharam o primeiro treinamento da Iniciativa 2,4-D do ano. Com palestras ministradas peloprofessor da Universidade de Passo Fundo e especialista em manejo de plantas daninhas, Mauro Rizzardi, e o professor da UNESP de Botucatu e especialista em tecnologia de aplicação, Ulisses Antuniassi, os convidadospuderam entender profundamente sobre um dos herbicidas mais utilizados em todo o mundo e uma das principais ferramentas do produtor rural no controle a plantas daninhas. Entre o público estavam, além de produtores, a pesquisadora da Embrapa Pecuária Sul, Fabiane Pinto Lamego,representantes da OAB – Subsecção Bagé (Ordem dos Advogados do Brasil), presidentes dos Sindicatos Agrícolas da região, professores da URCAMP (Universidade da Região da Campanha), estudantes do IDEAU (Instituto de Desenvolvimento do Alto Uruguai), empresários dos setores de insumos e vinícolas, representantes do Condema (Conselho Municipal do Meio Ambiente) e representantes da UFRG (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

A Iniciativa 2,4-D, grupo formado pelas empresas Dow AgroSciences, Nufarm e Albaugh, em parceria com instituições de ensino, tem como principal objetivo disseminar informações técnicas sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas. “Nossa meta é ampliar cada vez mais o número de treinamentos realizados para que os agricultores levem esse conhecimento para suas atividades, resultando assim em uma agricultura mais produtiva e sustentável”, comenta Jair Maggioni, coordenador da Iniciativa 2,4-D. “Ações como esta têm produzido resultados positivos em todas as cidades por onde passamos, reforçando a mensagem da importância dos cuidados na realização de um manejo sustentável que contribui  para o aumento na produtividade e rentabilidade da lavoura, além de preservar a saúde e o meio ambiente”, complementa.

Para o professor Mauro Rizzardi, as plantas daninhas representam uma ameaça à produtividade no campo, pois geram competição por luz, nutrientes e água com as plantas cultivadas, o que tem impacto direto no resultado da lavoura. “Uma buva por metro quadrado, por exemplo, pode reduzir a produtividade de 4 a 12% – ou seja, pode chegar a até 6 sacos por hectare, o que equivale a uma perda acima de R$ 400″, explica o pesquisador. A perda de produtividade devido à presença de plantas daninhas que não são controladas pode chegar a 40%”, explica.

O papel das boas práticas agrícolas, além da apresentação de aspectos técnicos do 2,4-D, como suas características físico-químicas, situação regulatória, estudos de toxicidade, ecotoxicidade e segurança no campo, também estavam entre os principais temas abordados nos treinamentos, apresentados de forma dinâmica e didática.

“A eficiência da tecnologia de aplicação por meio da correta manutenção e calibração dos pulverizadores no campo, da escolha criteriosa do tamanho de gotas, do volume de calda e da verificação das condições meteorológicas no momento das aplicações, evitando a deriva, ajudam o produtor a otimizar suas operações, reduzindo perdas e melhorando sua produtividade”, reforça o professor Ulisses Antuniassi. “A conscientização destas iniciativas promovem a otimização de recursos, colaborando para a redução do impacto no meio ambiente e conferindo maior sustentabilidade para o agronegócio”, destaca.

Desde 2014, a Iniciativa promove treinamentos sobre 2,4-D e tecnologia de aplicação para produtores rurais, técnicos e operadores em diferentes regiões do país. Até o momento, foram quase 200 eventos em 13 estados do país, capacitando mais de 9 mil profissionais do campo.

Herbicida 2,4-D

Descoberto em 1941, o 2,4-D foi o primeiro herbicida utilizado comercialmente. Hoje, é registrado em quase 100 países e um dos mais pesquisados em todo o mundo, com mais de 40 mil estudos desenvolvidos. Já passou por diversas revisões como na Agência Regulamentadora do Canadá (PMRA), Agência Americana de Proteção Ambiental (EPA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), entre outras. Com nesses estudos, governos do mundo inteiro julgaram que o 2,4-D é seguro para a saúde humana quando utilizado em conformidade com rótulo e bula.

No Brasil, tem registro desde a década de 1970. Atualmente, pode ser utilizado para culturas de trigo, milho, soja, arroz, arroz irrigado, cana-de-açúcar e pastagens e é uma importante ferramenta para aumentar a produtividade das lavouras e reduzir custos de alimentos para o consumidor, além de possuir bom custo-benefício.

Sobre a Iniciativa 2,4-D

A Iniciativa 2,4-D é um grupo formado por representantes das empresas Dow AgroSciences, Nufarm e Albaugh, que, com apoio acadêmico, tem como propósito gerar informação técnica sobre o uso correto e seguro de defensivos agrícolas, além de apoiar projetos que abordem esta questão, como o Projeto “Acerte o Alvo – evite a deriva na aplicação de agrotóxicos”, realizado no Paraná. O foco é educar o produtor sobre a importância da utilização correta de tecnologias que garantam a qualidade da aplicação dos defensivos agrícolas. O grupo defende que o uso adequado das tecnologias de aplicação e a precaução para evitar a deriva são essenciais para garantir a eficácia e a segurança ambiental na utilização de defensivos agrícolas. A Iniciativa 2,4-D se apresenta como fonte de informação e esclarecimento, que, apoiada por estudos acadêmicos, visa desmistificar o emprego do 2,4-D. Para saber mais, acesse: www.iniciativa24d.com.br

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Vítimas da desinformação

Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco)

Em tempos de fake news e de tantas opiniões rasas, a informação é uma arma poderosa. Aprofundar determinado tema antes de emitir opinião parece ético e moral, mas na prática não é o que acontece. A ideologia, em muitas áreas, não dá espaço para a razão. Proponho um exercício: você conhece o setor do tabaco? É possível que já tenha ouvido sobre ele. Mas antes de formar sua opinião, permita-me apresentar alguns fatos.

Pesquisa da UFRGS, de 2016, apontou que enquanto 80% dos produtores de tabaco enquadram-se nas classes A e B, a média brasileira não chega a 22%. E mais, que a renda per capita mensal dos produtores de tabaco é de R$ 1.926,73, bem acima da brasileira, de R$ 1.113,00 (IBGE, 2015). O bom padrão socioeconômico dos produtores de tabaco ficou evidenciado, assim como o alto grau de satisfação em trabalhar no setor (90%).

O Brasil é o 2º maior produtor e o 1º no ranking mundial de exportações de tabaco há 25 anos. O Rio Grande do Sul é responsável por 50% da produção brasileira e o tabaco representa 10% do total de embarques gaúchos anuais. Nosso Sistema Integrado de Produção completa 100 anos em 2018 e prima pela qualidade e a integridade do produto, com assistência técnica e garantia de compra aos produtores, além de um diferencial competitivo: a produção sustentável. Temos servido de modelo para o agronegócio, sendo peça econômica e social relevante para os gaúchos e para o País.

Fomos pioneiros na preservação da Mata Atlântica com um acordo inédito assinado junto ao Ibama. Pioneiros no combate ao trabalho infantil e na oferta de alternativas para os jovens rurais, por meio do Instituto Crescer Legal. Pioneiros em garantir a saúde e segurança do produtor ao desenvolver uma vestimenta de colheita específica e uma coleta itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos. Aliás, o tabaco brasileiro é o produto comercial agrícola que menos utiliza agrotóxico. A conclusão não é minha, mas de pesquisas realizadas pela ESALQ/USP e pela UNICA, com base em dados do SINDAG e IBGE.

O exercício termina aqui. O que você ia dizer mesmo?

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Cultivo de grãos e pastagem intensificado em Santa Catarina

Novembro 2017 – Foi renovado nesta quinta-feira, 9 de novembro, na sede da Secretaria de Agricultura e Pesca, em Florianópolis, o Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco para o Estado de Santa Catarina. O programa incentiva a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais e terá continuidade também no Rio Grande do Sul e no Paraná.

Conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a ação reúne a estrutura de campo das empresas associadas e das entidades apoiadoras para divulgar as vantagens do plantio da safrinha e incentivar a prática de diversificação da propriedade. São parceiros o governo dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), e das Federações da Agricultura e dos Trabalhadores na Agricultura dos três Estados. No Rio Grande do Sul também participam do convênio a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos (SIPS). Já no Paraná, o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) é parceiro da iniciativa do setor do tabaco.

Participaram da assinatura o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke; o secretário de Agricultura, Moacir Sopelsa; o secretário adjunto, Airton Spies; Benício Albano Werner, presidente da Afubra; José Walter Dresch, presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catariana (Fetaesc); Gilmar Antônio Zanluchi, superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e representante da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc).

RESULTADOS – Na safrinha de 2017, o cultivo após a colheita do tabaco rendeu aos produtores R$ 415 milhões em milho, R$ 128 milhões em feijão e R$ 57 milhões em soja. Além dos rendimentos, o plantio após a colheita do tabaco reduz os custos de produção dos grãos e pastagens, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados. Consequentemente, pode haver redução de custo na produção de proteína (carne, leite e ovos). Outros benefícios são a proteção do solo contra a erosão e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

 

** Foto: Divulgação

 

 

 

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Programa que incentiva diversificação será renovado nos três Estados do Sul

SindiTabaco estima que R$ 600 milhões foram injetados na economia com o plantio de milho, feijão e soja na resteva do tabaco na última safra.

 

Outubro 2017 – Aproveitando a Abertura da Colheita do Tabaco que será realizada em Venâncio Aires (RS), no dia 27 de outubro, será renovado no Rio Grande do Sul o convênio do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco. O programa incentiva a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais e terá continuidade também em Santa Catarina e no Paraná. Em Santa Catarina, o convênio será renovado no dia 09 de novembro, às 9 horas, na sede da Secretaria de Agricultura e Pesca, em Florianópolis. Já no Paraná o convênio tem duração de dois anos e segue até 2018.

Na safrinha de 2017, o cultivo após a colheita do tabaco

rendeu aos produtores R$ 415 milhões em milho, R$ 128 milhões em feijão e R$ 57 milhões em soja. Além dos rendimentos, o plantio após a colheita do tabaco reduz os custos de produção dos grãos e pastagens, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados. Consequentemente, pode haver redução de custo na produção de proteína (carne, leite e ovos). Outros benefícios são a proteção do solo contra a erosão e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

Conduzida pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a ação reúne a estrutura de campo das empresas associadas e das entidades apoiadoras para divulgar as vantagens do plantio da safrinha e incentivar a prática de diversificação da propriedade.

São parceiros o governo dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), e das Federações da Agricultura e dos Trabalhadores na Agricultura dos três Estados. No Rio Grande do Sul também participam do convênio a Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) e o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos (SIPS). Já no Paraná, o Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) é parceiro da iniciativa do setor do tabaco.

ABERTURA DA COLHEITA – A partir deste ano, o início da colheita do tabaco passa a contar com um evento festivo. É no dia 27 de outubro que ocorre em Venâncio Aires (RS), às 15 horas, a primeira edição da Abertura da Colheita do Tabaco. O evento, na localidade de Estância Nova, é uma iniciativa da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação (Seapi) do Rio Grande do Sul, com o apoio do SindiTabaco, Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e prefeitura de Venâncio Aires. Realizada próximo ao Dia do Produtor de Tabaco, comemorado em 28 de outubro, a festividade também celebra a importância das 150 mil famílias dedicadas à produção. O governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, e o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira de Oliveira, confirmaram presença.

AGENDA

27/10, 15 horas: assinatura do convênio em Venâncio Aires (RS), durante a abertura da colheita do tabaco
09/11, 9 horas: assinatura do convênio em Florianópolis (SC), no gabinete do secretário de Agricultura e Pesca de SC
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