Paraná nesta semana

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Paraná começa plantio da safra de verão com estimativa de colher mais de 23 milhões de toneladas

O Paraná começou a plantar neste mês a safra de verão 2018/2019, a principal safra de grãos do estado, com a expectativa de colher 23 milhões e 300 mil toneladas. De acordo com o Deral, Departamento de Economia Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento, se o clima colaborar, a colheita deve registrar 832 mil toneladas de grãos a mais do que na safra passada.
Dos seis milhões de hectares de área que será plantada neste verão, 91% serão ocupados pela soja, cultura estável que se consolida como a principal do Paraná nesta época do ano. O Deral estima um volume de 19 milhões e 600 mil de toneladas para a safra de soja da temporada 2018/2019. A preferência é reflexo dos bons preços do grão, como explica o economista e diretor do Deral, Marcelo Garrido. 

O milho de primeira safra também terá aumento de área plantada de 6%. O plantio já começou, devendo ganhar força nas próximas semanas. Segundo Marcelo Garrido, a expectativa de safra leva em conta o potencial produtivo da lavoura para esse período do ano, sujeito a menos riscos em relação ao período da safrinha, quando a cultura enfrenta quedas drásticas de temperatura. 

O preço do milho aumentou 35% em um ano, passando de 21 para 29 reais por saca em média.

Já o feijão deve ter um recuo de 13% na área ocupada. Com 25 mil hectares a menos, esta é a menor área cultivada nos últimos 12 anos no Paraná, embora o potencial produtivo seja o mesmo do ano passado. Marcelo Garrido explica por que o feijão teve um leve recuo.

O Paraná ainda se destaca como o maior produtor de mandioca e fornecedor de derivados da raiz. Após três safras consecutivas com excelente desempenho, o Deral estima um aumento de 6% na área plantada, passando para mais de 150 mil hectares ocupados este ano. Assim, a expectativa é de aumento de 3% na produção, que deve avançar para 3 milhões e 700 mil toneladas. (Repórter: Filipe Andretta)

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No Paraná, 118 municípios ainda não atingiram meta de vacinação contra pólio e sarampo. Novo Dia D deve ser promovido neste sábado

Mais um Dia D de vacinação contra o sarampo e a poliomielite, conhecida como paralisia infantil, deve ser realizada neste sábado em 118 municípios do Paraná. A recomendação é do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado, para que a mobilização seja promovida mais uma vez nas cidades em que a taxa crianças vacinadas ficou menor que 95%. O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, reforçou que o público-alvo para as duas vacinas são as crianças com idade entre 1 ano e 5 anos incompletos.

Até esta sexta-feira, 499 mil crianças haviam sido vacinadas no Paraná contra o sarampo, e 502 mil contra a pólio, o que corresponde a 85,8% e 86,3% do total a ser vacinado no Estado. Na Região Metropolitana de Curitiba, que concentra a maior população a ser vacinada, 86,3% das crianças já foram imunizadas. (Repórter: Rodrigo Arend)

Museu Oscar Niemeyer passa a oferecer venda de ingressos online

O MON, Museu Oscar Niemeyer, iniciou nesta terça-feira o serviço online para compra de ingressos. Para comprar bilhetes, basta acessar o endereçowww.museuoscarniemeyer.org.br. O ingresso será válido para a data selecionada e é destinado para visitação de todo o museu, durante o horário de funcionamento padrão, entre as 10 da manhã e as 6 da tarde. O valor da entrada é de 20 reais, e 10 reais o preço para quem tem direito ao meio-ingresso. O objetivo da venda de ingressos pela internet é promover acessibilidade e democratizar o acesso das pessoas ao museu. Com um total de 12 salas expositivas, o MON promove aproximadamente 20 mostras a cada ano, que juntas recebem um público de mais de 360 mil visitantes. (Repórter: Rodrigo Arend)

Seminário da qualidade reúne em Curitiba gestores de 19 hospitais públicos do Paraná

Duzentos e cinquenta gestores e representantes dos 19 hospitais estaduais, sendo 15 unidades próprias do Governo do Estado e quatro hospitais universitários, além de equipes de hospitais municipais, filantrópicos ou privados, participaram do sétimo Seminário da Qualidade em Hospitais Públicos, em Curitiba. O evento, encerrado nesta terça-feira, foi organizado pela Secretaria de Estado da Saúde para discutir a qualidade hospitalar e segurança dos pacientes. O evento integra o Programa de Qualidade de Segurança do Paciente, criado em 2011 no Paraná. Este programa engloba metas de qualidade e 42 ações que devem ser implantadas em cada hospital próprio do Estado. Todo o processo é acompanhado e supervisionado pela Secretaria de Estado da Saúde. Os hospitais participam da Rede de Atenção à Saúde e podem trocar experiências entre si. Para a diretora do Hospital de Dermatologia Sanitária do Paraná, o Hospital São Roque, de Pinhais, Mara Lúcia Gomes Dissenha, o trabalho dos hospitais na qualificação e segurança de pacientes beneficia diretamente os usuários.

Além da participação no Programa de Qualidade de Segurança do Paciente, os hospitais têm seis protocolos básicos de segurança do paciente que devem seguir, definidos pelo Ministério da Saúde, que têm como função orientar os profissionais e evitar a ocorrência de incidentes adversos dentro do atendimento ao paciente. Eles tratam da identificação do paciente, prevenção de quedas, segurança no uso de medicamentos, prática da higiene de lavar as mãos, cirurgia segura e prevenção de úlceras e lesões na pele devido a longa permanência hospitalar. A adoção destes protocolos e a participação no Programa de Qualidade de Segurança do Paciente permitem que as unidades próprias do Estado apresentem a mesma excelência no atendimento. (Repórter: Wyllian Soppa)

Simpósio debate sobre o preenchimento adequado da declaração de óbito

A Secretaria Estadual de Saúde, em parceria com o IML, Instituto Médico-Legal do Paraná, promoveu nesta segunda-feira, em Curitiba, o seminário ‘A Declaração de Óbito e a Epidemiologia da Mortalidade’. No encontro, foi discutida a importância do preenchimento correto da Declaração e da qualificação da causa do óbito. As palestras foram transmitidas pela internet contaram com a participação de aproximadamente 160 médicos, estudantes de medicina, profissionais da Vigilância em Saúde do Paraná e de outros estados. O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, destacou a importância do encontro que, segundo ele, também contribui para as ações de vigilância e promoção em saúde. O diretor do IML, Paulino Pastre, afirma que o seminário marca uma mudança substancial no preenchimento da Declaração de Óbito. Segundo ele, havia 53 anos que o sistema continuava o mesmo, e já eram visíveis alguns prejuízos na apuração e implementação das políticas públicas.

Inicialmente, o Sistema vai funcionar como laboratório apenas em Curitiba. A Capital tem o prazo de 12 meses para cumprir e estabelecer as diretrizes do protocolo. Depois, o projeto será expandido para a segunda Regional de Saúde, na Região Metropolitana. No seminário foram abordados aspectos epidemiológicos da mortalidade no Paraná. Também foi explicada a importância da Declaração de Óbito e dos serviços de apoio no esclarecimento das causas de morte. Houve, ainda, uma mesa redonda para debate e troca de experiências entre os profissionais. A palestrante e médica da Divisão de Informações Epidemiológicas, Luciana Champion, comenta sobre a importância de orientar o trabalho dos profissionais. 

O palestrante Fábio Garani, médico da 17ª Regional de Saúde, apresentou a Declaração de Óbito como um documento que permite planejar e executar ações para a saúde da população. O seminário também contou com a exposição de Mara Segalla, médica do IML Curitiba, que mencionou as dificuldades no processo de esclarecimento da causa dos falecimentos. (Repórter: Filipe Andretta)

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